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Mais livros digitais para download – Coleção Aplauso
Posted on agosto 30th, 2010 No commentsComo política do blog de sempre mostrar o “caminho das pedras” de bons e gratuitos livros digitais (lembrando sempre que aqui só se mostra o que está disponibilizado legalmente), a Imprensa Oficial do Estado de São Paulo está disponibilizando, digitalmente e gratuitamente, mais de 300 livros das áreas de cinema, teatro e TV.
São roteiros de filmes, como por exemplo os filmes Zuzu Angel e Cidade dos Homens; biografias de personalidades do teatro, TV ou cinema, tais como as de Carla Camurati, Zezé Motta; Sílvio de Abreu e muitas outras; livros sobre política cultural e novas formas de se “fazer cultura”, como A Hora do Cinema Digital, bem como livros sobre a crítica desses meios de comunicação e de suas manifestações artísticas, por exemplo, Críticas de Clóvis Garcia e muito mais.
A coleção de livros digitais se chama “Aplauso” e pode ser vista em sua íntegra clicando AQUI.
Realmente é um grande site e um excelente serviço para a cultura brasileira. É imperdível a visita à página da Coleção e são livros que servem para o estudioso das artes, bem como para o fã e para aqueles que querem uma leitura para “passar o tempo” e relaxar.
Visitem e divirtam-se!!
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Onde estou? A presença social nos ambientes virtuais de aprendizagem
Posted on agosto 28th, 2010 2 commentsEstá chegando o mais novo livro deste blogueiro: Onde estou? A presença social nos ambientes virtuais de aprendizagem.
Aguardem!
Para maiores informações, utilize o formulário de contato do blog, clicando AQUI ou vá, acima, no cabeçalho da página em CONTATO
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Férias do blog (retorno em agosto) e Total de Internautas no Brasil
Posted on julho 1st, 2010 10 commentsComo no ano passado (2009) o blog entra em férias neste mês de julho e só retorna em agosto.
Mas, por favor, você que é leitor ou leitora do blog “Educação e Ciberespaço” nos ajude a conhecê-lo(a) melhor. É fácil, basta responder nossa pesquisa - clicando AQUI – e, assim, estará contribuindo para que possamos oferecer mais qualidade e matérias muito mais ligadas às características do perfil do(a) nosso(a) leitor(a) no próximo semestre.
Aguardem novidades e agradecemos pelos mais de 13 mil leitores por mês!!!!
E para esse anúncio de férias não ficar sem informação, nada como uma nova estatística sobre o número de internautas no Brasil.
Total da população online ultrapassa 73 milhões no Brasil
Segundo a folha.com de 30/06 de 2010, “O total de internautas brasileiros ultrapassou 73 milhões no Brasil no mês de maio, quando contabilizados acessos em diversos ambientes, como cibercafés, LAN houses, universidades e telecentros, além de residências e estações de trabalho.
Considerando apenas os dois últimos locais, o número de internautas com seis anos de idade ou mais chega a 40,7 milhões de usuários únicos de internet.
Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (30) pela empresa de estatísticas comScore, em um estudo que se debruça no panorama de acesso à internet no Brasil.
Para efeito de comparação, uma pesquisa divulgada pelo IBOPE aponta que número de usuários ativos apenas no trabalho e em residências chegou a 37,3 milhões em maio de 2010.
No final do ano passado, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontou que as LAN houses e residências superam locais de trabalho no acesso à web no Brasil, devido ao aumento de renda.
Segundo o estudo, que é baseado em dados de 2008, os acessos foram feitos, principalmente, de casa (57%), das LAN houses (35,2%) e do trabalho (31%). À época, o estudo da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) indicava que 56 milhões de brasileiros tinham acesso à internet em mais de um local.
O IBGE estima que o total da população brasileira é 193,1 milhões.
PREDOMINÂNCIA
Baseada no mês de maio deste ano, a comScore também indica que o Sudeste é responsável por 67% do total de usuários de internet, 66% de páginas consumidas na rede e 65% dos minutos passados on-line no país.
Logo em seguida, vem a região Sul, cujos internautas correspondem a 14,2% do total. Nordeste, Centro-Oeste e Norte mantêm 10,7%, 6,1% e 2% dos internautas brasileiros, respectivamente.
Dentre os acessos residenciais ou de locais de trabalho, a audiência entre 6 e 14 anos representa 4,8 milhões de usuários únicos, ou 11,9% do total. Pessoas cuja idade está entre 15 e 34 anos são o público majoritário da rede, com 56,1% da fatia, enquanto aqueles com 35 anos ou mais representam 32,1% dos internautas.
No consumo de conteúdo, usuários de 6 a 14 anos são responsáveis por menos que 2% do total de páginas e minutos durante o mês de maio –algo que, de acordo com a comScore, indica que esse segmento representa o consumo mais “leve” da rede nesse sentido.
Usuários com idade entre 15 e 34 anos consomem a maior proporção de páginas e minutos, com mais de 60% do total de páginas e minutos durante o mês.
Dentro desse grupo, os usuários entre 15 e 24 anos representam os consumidores mais vorazes de internet: são responsáveis por 32,6% do tempo passado na internet de todos os grupos analisados. Em termos de conteúdo, eles também lideram: consomem 32,4% das páginas da web, dentro do total de internautas.”
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Internet e Grupos de Interesse
Posted on junho 28th, 2010 No comments
Os grupos de interesse são formados por indivíduos que compartilham determinados pontos de vista ou aspirações exclusivas. Historicamente vemos inúmeras instituições que foram formadas para agregar sujeitos que compartilhavam de interesses comuns e, a partir deles, clubes e associações foram se formando e conseguindo agregar outros que manifestavam algo a favor para delas fazerem parte.Ocorre que, no mundo físico, essas instituições necessitam de um local geográfico determinado, um endereço fixo e uma territorialidade. O que dificulta em demasia a agregação de novos membros. Nesse ponto, a Internet foi fator fundamental para a criação de uma nova modalidade de grupos de interesses: os grupos virtuais ou comunidades virtuais.
Esses grupos se mantêm no mundo virtual a partir de argumentos informáticos hospedados em sites/provedores que conseguem desterritorializar as instituições de grupos de interesse, criando um endereço no mundo virtual fácil de ser encontrado e ao mesmo tempo desprovido de lógica material: sem paredes, sem construção, sem mundo físico!
Assim, esses grupos se propagam via listas, fóruns e grupos de discussão, salas de chat temáticas, sites de conteúdos específicos e etc. Dessa forma, inaugura-se a lógica não geográfica e globalizada dos grupos de interesse. Oportunizando quaisquer sujeitos a fazerem parte de quaisquer grupos em qualquer local do mundo.
Portanto, a propagação desses grupos foi enormemente multiplicada e a oferta de assuntos, na mesma proporção, acrescida. Há hoje, talvez, na Internet grupos de todos os tipos imagináveis, pois as multidões de usuários e de páginas na Internet vêem aumentadas sobremaneira nos últimos anos. Vale ressaltar que a Internet comercial tem mais de 15 anos de vida no Brasil, o que se faz concluir que ela ainda vai crescer e se popularizar levando novamente ao acúmulo desse tipo de grupos em solo brasileiro, porém, em nações da Europa e América do Norte ela está muito mais inserida no cotidiano das pessoas.
Que tal, você, professor ou professora, organizar um grupo de interesse na Internet com seus alunos relativo aos seus conteúdos ministrados em suas disciplinas?
Vale a pena!
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Computação em nuvem e os discos virtuais – um grande quebra galho
Posted on junho 24th, 2010 No commentsATENÇÃO:
O Blog Educação e Ciberespaço esteve indisponível das 23h do dia 26/06 até às 11h do dia 27/06 por motivo de mudanças no data center do UOL onde ele é hospedado.
Já está tudo funcionando perfeitamente, obrigado pela compreensão.
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Discos virtuais são locais na Internet onde você pode armazenar conteúdos (textos, fotos, vídeos e etc) como se fosse um pen drive ou uma mídia qualquer, como CD ou DVD.
Existem vários endereços na Internet que oferecem esse serviço. Alguns são pagos outros gratuitos. Porém, com o advento de webmails com capacidade de grande porte para armazenamento, esse tipo de serviço foi caindo em desuso. Afinal, o que leva alguém a usar um disco virtual se basta colocar o que queres armazenar num e-mail e enviar para si próprio? Porém, a capaciade de anexar arquivos em alguns webmails é bastante limitada, como, por exemplo, no serviço da Microsoft “Hotmail” (este permite anexar no máximo 10 megas e/ou 50 arquivos por vez).
Mas a própria Microsoft (sem querer fazer propaganda) tem um serviço de disco virtual muito bacana, gratuito, que tem funcionado sem maiores problemas e com capacidade de 25 gigas. É o “Windows Live SkyDrive“.
Este tipo de serviço está dentro do conceito de “computação em nuvens” que, segundo a wikipédia, “refere-se à utilização da memória e das capacidades de armazenamento e cálculo de computadores e servidores compartilhados e interligados por meio da Internet, seguindo o princípio da computação em grade. O armazenamento de dados é feito em servidores que poderão ser acessados de qualquer lugar do mundo, a qualquer hora, não havendo necessidade de instalação de programas, serviços ou de armazenar dados. O acesso a programas, serviços e arquivos é remoto, através da Internet – daí a alusão à nuvem. O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas.
Num sistema operacional disponível na Internet, a partir de qualquer computador e em qualquer lugar, pode-se ter acesso a informações, arquivos e programas num sistema único, independente de plataforma. O requisito mínimo é um computador compatível com os recursos disponíveis na Internet). O PC torna-se apenas um chip ligado à Internet — a “grande nuvem” de computadores — sendo necessários somente os dispositivos de entrada (teclado, mouse) e saída (monitor).”
A partir deste princípio, a Microsoft lançou uma gama de serviços que ela denomina como “Windows Live“. O famoso MSN (hoje apenas Menseger), Hotmail e o próprio SkyDrive são pertencentes a esta família de produtos que contém outros específicos para fotos, blogs, calendários, contatos e etc.
O SkyDrive tem como maior apelo estar interligado às ID (identificações) de usuários de serviços Microsoft na web. Por exemplo, se você tem uma conta no Hotmail, basta usar seu username e senha e pronto, já tem, também, uma conta no SkyDrive. Fiz o teste e abre tranqüilamente o novo serviço.Ele é relativamente rápido para realizar uploads e downloads (enviar e baixar arquivos respectivamente) e tem mais algumas características (de acordo com o site):
- É você que define quem vai ter acesso às suas pastas. Você pode, por exemplo, ter uma pasta com seus arquivos pessoais e outra pasta com trabalhos em grupo. Sua pasta pessoal, só você tem acesso. Já a pasta compartilhada, você escolhe quem pode ver, editar e baixar os arquivos. Salve e compartilhe.
- Para colocar um arquivo no Windows Live SkyDrive, você só precisa arrastá-lo para uma das suas pastas. Para compartilhar é mais fácil ainda: só mandar o link.
Quem quiser, basta acessar, a dica foi dada!
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Ambiente virtual de aprendizagem gratuito na Web
Posted on junho 14th, 2010 2 commentsVocê quer um AVA (ambiente virtual de aprendizagem) gratuito para realizar seus cursos na web?
Quer um Moodle só para ti e não tem servidor para colocá-lo?
Necessita de um instrumento de apoio a distância para suas aulas presenciais?
Como se diz, por aí, “seus problemas acabaram”, na Internet tem o Nine Hub!
O NineHub é um site na internet que disponibiliza gratuitamente o Moodle, um dos ambientes virtuais de aprendizagem mais utilizados no mundo. Não precisa de servidor e nada mais, apenas fazer sua inscrição AQUI.Aproveite!
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Professor e Ambiente Virtual de Aprendizagem: a necessidade da vivência num AVA
Posted on maio 24th, 2010 No commentsA EAD possibilita encontros entre vários sujeitos que não estejam no mesmo lugar no espaço, mas sim no tempo. Isso potencializa a constituição de uma rede de relações e de interação não mais centrada em um sujeito professor, mas sim no grupo. Trabalhar na configuração de redes em que os autores se situam como nós de uma rede de conhecimento é a tônica da ação pedagógica na cibercultura.
As interações em tempo real apontam para a possibilidade de tal construção. Entretanto, necesita-se de um acordo e de uma discussão e planejamento conjuntos de tal proposta, sob pena de se cair em um modismo improdutivo, pois, assim, se perde a noção de convivência digital entre sujeitos conectados por uma estrutura virtual de escala mundial e em constante evolução. Tal estrutura dá suporte à emergência de uma consciência distribuída entre milhares de pessoas, separadas por grandes distâncias, mas com capacidade de interagir como membros de uma comunidade.
Tais preceitos, transladados para cursos de formação de professores vêm a trazer reflexões importantes para o campo da prática profissional. A vivência dos futuros profissionais da educação em AVA (Ambiente Virtual de Aprendizagem) é fundamental, pois assim, será possível que cada um tenha um posicionamento sobre as potencialidades das ferramentas informáticas a serviço da educação. Sem a possibilidade de utilizar, propor e refletir sobre AVA, o discurso de professores torna-se estéril e panfletário. Sendo assim, a entrada e vivência da/na cibercultura é fundamental.
Em pesquisas na graduação em psicologia e cursos de formação de professores, Maraschin & Axt (1999) discutem algumas experiências de uso de recursos informatizados ligados ao mundo da cibercultura (listas de discussão, Chat, fórum, ambientes virtuais) e apontam para a emergência de uma escrita auto-narrativa e autopoiética, centrada na experiência pessoal e grupal da comunidade virtual. Além disso discutem que constituem-se vínculos afetivos entre os participantes, a partir da potencialidade desagregadora e reflexiva oportunizada pelos recursos informáticos e por sua forma de uso a partir de proposta pedagógica baseada na autonomia e na construção do conhecimento. Os dados das pesquisas apontam a viabilidade de espaços em educação que descaracterizam a função de veicular informações pelo professor e apostam na construção de modos criativos de conhecimento.
Tais aspectos são relevantes quando discutimos educação e a formação de professores, pois muitas são as propostas e idéias que estão sendo oferecidas sem que haja uma derivante mais profícua que leve em consideração a ecologia informática. É importante que a discussão sobre a relação sociedade, ensino e formação de professores adentre a universidade com mais afinco e seja mais contextualizada, a fim de que, de modo projetivo, recaia sobre os próprios objetivos e práticas de ensino-aprendizagem.
No âmbito do ensino superior este quadro se alarga, tendo em vista que se trata de formação de profissionais, muitos deles com ações significativas no social, incluindo aí os campos da educação, saúde, esporte, política, economia, etc.. Falar de trabalho com tecnologias no ensino superior significa ampliar o uso e reflexão sobre o momento histórico em que vivemos e também a instrumentalização (uso tecnológico) na constituição de comunidades reflexivas e atuantes na mudança social. Como afirma Gadotti (2000), o trabalho pedagógico relaciona-se com a comunicação, que se fundamenta no diálogo, numa relação entre educador e educando, mediado também pelas tecnologias.
Na formação de professores, muitas vezes, a leitura da tecnologia é feita sob a égide do tecnicismo, ou, poderia-se falar numa filosofia da educação incrustada num tipo de “new-tecnicismo” ou “tecnicismo atualizado”. Tal leitura é parcial e atemporal, pois o tecnicismo foi um dos usos iniciais da tecnologia na educação. Desde lá, muito foi construído, incluindo aí a importância da discussão sobre a pedagogia escolhida e trabalhada. Aliar tecnologia e pedagogia a serviço da construção do cidadão parece ser a aposta dos tempos atuais. Para tanto, existem vários aplicativos que estão sendo disponibilizados. Muitos deles, porém, explicitam a abordagem pedagógica, mas não a utilizam plenamente no planejamento, desenvolvimento e implantação dos sistemas digitais. Torna-se fundamental, neste contexto, analisar os produtos informáticos na sua proposta, a relação pedagógica e visão de mundo na qual se quer inserir.
Se estamos na sociedade informacional, como afirma Castells (2000), a formação de professores é um caminho essencial a trilhar, capacitando os formadores a refletir e utilizar tecnologias, bem como a lógica do seu uso no campo político-sociológico ao inquirir a forma que se deve utilizar, infoincluindo, ou apenas fazendo uso da tecnologia como aporte pedagógico sem uma caracterização ou uma indicação mais social ao seu uso, ou até mesmo, não a utilizando, descartando-a completamente, fazendo uma opção ao tradicionalismo estremo do uso pedagógico, numa alusão aos tempos idos em que livro, caderno, caneta/lápis eram e são os únicos materiais necessários para uma educação de qualidade.
Leia o artigo completo clicando AQUI
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AXT, Margarete e MARASCHIN, Cleci (1999): “Narrativas avaliativas como categorias autopoiéticas do conhecimento”, in Revista de Ciências Humanas, vol. 1, n.º 1, pp. 21-41.
CASTELLS, Manuel (2000): A sociedade em rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura, vol. 1. São Paulo, Paz e Terra.
GADOTTI, Moacir e colaboradores (2000): Perspectivas atuais da educação. Porto Alegre, Artes Médicas Sul.






